É isso aí, travestismo na área! Saiu finalmente o trailer do tal filme que a Glenn Close se caracteriza de homem pra ganhar a vida na Irlanda durante o século 19. A atriz também produziu e interpretou Albert Nobbs nos teatros e agora teve essa oportunidade de fazer um longa, que promete uns prêmios por aí! Acho que vai ser uma briga feia entre ela e Meryl Streep em The Iron Lady. Já pode começar as apostas!? Cata o trailer aí!
O filme foi exibido no Festival de Toronto, mas só chegará nos cinemas no final de 2011. Aguardo ansioso.
Sério que gostei dos pôsteres da primeira parte de Amanhecer... talvez sejam as cores. Isso, são as cores! Só pode ser! Não, perai, a montagem também - tô fudido, viu! A única coisa que me incomoda é a roupa jeca e a postura do Edward na arte francesa, mas ele é assim mesmo no filme, então não tem jeito. Realmente sinto muito por essa personagem idiota gostar de uma neca fria e morta, e desprezar esse lasanhão do lado. Fazer o que... gosto é que nem... Ah, enfim, ela não tem mesmo.
Assim, não sei se vou ver esse filme, não vi nem o anterior... e não tenho vontade. Posso!?
O animador Nathan Boey resolveu fazer um projeto que brinca com alguns comandos dos produtos da Apple no dia a dia. A série iLife, de 3 curtas, mostra um casal em situações diárias, usando, por exemplo, o atalho de brilho do teclado para aumentar a claridade de um ambiente. O resultado ficou bem divertido, e me fez querer muito que isso um dia vire mesmo realidade! #alocka
Agora fala sério, o video da troca de roupa não é maravilho?! Me economizaria hooooras e horas, tá entendendo!?
Quem acompanha séries desde a década de 90, talvez esteja ficando um pouco exigente. É normal, a pessoa vai adquirindo experiência com o tempo, acumulando artifícios usados que mais tarde acabam se transformando em clichês, e também tem o fato da qualidade das produções e roteiros que vem crescendo muito, e isso começa a nos deixar mal acostumados.
Séries como Alias, 24 Horas, Pushing Daisies, Lost e Studio 60 são exemplos disso, nos consquistaram por se destacarem, pela tentativa de serem diferentes e inteligentes. E quando chega a fall-season, que é a época do retorno das temporadas e das séries estreiantes é que começamos a perceber o efeito do tempo. Eu vi todos os trailers das séries novas, e poucas me cativaram: umas eram bobas demais, outras repetitivas e outras que tentavam ser "espertas" demais e acabavam na chatice.
Então esses dias pude conferir quatro das que me cativaram pelo trailer.
RINGER
Fiquei feliz pelo retorno da Sarah Michelle Gellar AKA Buffy Summers Cici Cooper Helen Shivers na tv, e dei uma chance a série. Antes de assistir, já tinha lido comentários de que era uma versão americana de A Usurpadora, o que me deixou mais curioso ainda... baixei, vi, e tipo... WHAT!?
A série é tão ruimzinha, tosca e trash que me cativou, sério! Sarah interpreta Bridget, uma ex-alcólatra e derrotada que presencia um assassinato, e foge para Nova York atrás da irmã gêmea rica, poderosa e perfeita Siobhan. Após se encontrarem, Siobhan comete suicídio (??), e Bridget, que não sai de bobeira e sim pra fechar negócio, aproveita a dica e assume a identidade da irmã. E durante esse processo, começa a ver que de certinha a irmã não tinha nada!
Não é a trama que incomoda, e sim a direção preguiçosa, diálogos toscos e efeitos chromakeys CAGADOS! Mas isso tudo é tão surreal que acaba sendo muito engraçado, e vira a favor da série (que talvez não tenha essa noção ainda). É o tosco divertido! E pelo que percebi, vai render várias reviravoltas e baphos que pode deixar o Casos de Família de cara na poeira! Não vai agradar, e talvez pode até ser cancelada nos EUA, mas eu é que não perco enquanto estiver passando, porque vivo pra esse tipo que tosqueira, e ainda tem o lindo do Kristoffer Polaha no elenco! Recomendo pra quem curte rir da desgaça alheia.
TERRA NOVA
Uma das séries mais esperadas e comentadas foi Terra Nova, pelo fato de ser uma grande produção do Steven Spielberg, de ter o rótulo de ser "o novo Lost", e blablabla. Fui eu lá conferir e tipo... WHAAAAAATHEFUCK???
A trama é bonitinha assim: geral cagou pro planeta Terra, e quando os danos se tornam irreversíveis e a humanidade ameaçada, os cientistas conseguem criar um portal que leva ao passado, na Terra pré-histórica, possibilitando a humanidade não satisfeita voltar no tempo, tipo "vamos resetar essa bagaça e, fuder tudo novamente!" - bem assim, nesse nível!
Nada contra a trama de voltar ao passado e reconstruir a humanidade, contanto que seja bem executada. Mas é que criaram tanto bafafá em torno de Terra Nova que me decepcionei bastente. Os clichês estão todos lá, bem visíveis, e não fizeram o mínimo esforço pra disfarçar um pouco. O herói que não dava atenção a família porque era viciado no trabalho, mas que agora quer uma segunda chance, os jovens que já no episódio piloto são apresentados aos seus futuros romances, filho rebelde, filha esperta, traição... Botou Stargate e a trilogia de Jurassic Park no liquificador, tacou na peneira... aquela polpa grossa e imunda que ficou é Terra Nova! Muahn!
AH sim, e os efeitos!? Gente, são tosquíssmos! Não fica longe de Ringer, não hein - pelo menos essa tem a desculpa de não ser tão ambiciosa! - Mas aí você pode perguntar "peraí, não teve aquele papo de que a série atrasou um pouco porque a produção queria tempo pra caprichar mais ainda nos efeitos especiais e entregar algo de qualidade?" - pois é, TUDO CAÔ!!! Na realidade, a coisa foi bem diferente... acho que atrasaram porque estavam muito em cima da hora e não tinham muita coisa pronta. Pra vocês terem noção, a modelagem em 3D dos dinossauros estão muito amadoras e pré-renderizadas! Jurassic Park, que é de 1993 é infinitamente melhor nos efeitos - ok, é filme, mas do mesmo produtor, né! Não tem desculpa... ah tem sim, FALTA DE DINHEIRO! Os chromakeys também são horríveis!!! Até a montagem do header do blog que fiz é mais bem feita!
Apesar desses defeitos e do piloto ter quase duas horas arrastadas, a série tem potencial pra melhorar. Mas pra isso, alguém vai ter que vender as jóias de família e investir mais na produção... ninguém disse que a vida tá fácil. Vou acompanhar, até onde conseguir, até porque tem Jason O'Mara, que merece ser visto correndo pra lá e pra cá todo suado atrás dos dinossauros uó!
THE SECRET CIRCLE
Ainda não entendo a especialidade do Kevin Williamson, a mente por trás The Secret Circle. Ele criou Dawson's Creek, uma série teen sensacional nos anos 90, que tinha situações que se aproximavam mais da realidade dos adolescentes, um roteiro mágico, diálogos interessantes e marcantes, temas polêmicos e também foi a primeira série de tv a se atrever a exibir um beijo gay. E mudando um pouco de gênero, ele também é responsável pelo roteiro divertido e tenso da franquia Pânico no cinema. Ok, dito isso, ainda não entendo o motivo dele cair tanto de qualidade. Se antes ele vinha apostando no teen biscateiro (Hidden Palms, que foi cancelada) e depois no teen vampiresco (The Vampire Diaries), agora ele vem com The Secret Circle, outra série adolescente embarcando na bruxaria.
Aí vem a trama que já começa batida: a jovem que, após a perda da mãe, se muda pra casa de um parente, e lá começa a descobrir os baphos de uma cidade pequena. Cassie, a protagonista, descobre que é de uma família de bruxos, que está ligada a uma sociedade secreta na cidade. E fim! Aí vem os coadjuvantes, mostrando que também tem poderes (um água, outro fogo... bem Capitão Planeta!), e começam a jogar romances forçados pra prender a audiência dos carentes. Cenas nada a ver aqui e absurdas ali, diálogos péssimos, interpretações uó que até eu com sono ou bebado faria melhor... enfim, um conteúdo bem pobre, exatamente padronizado e feito pra adolescente americano que só quer ver beleza, ou pra quem não teve experiência assim antes com outras séries.
O que gostei: a atriz fofa Britt Robertson, que participou de Pânico 4, o lasanhão Gale Harold (o Brian de Queer as Folk US) e uns efeitos especiais que, olha... curti mais que os de Terra Nova. KKKKKKK! Ok, quis gongar. Mas assim, são bem legais.
Quero muito dar uma chance, e assistir a série além do piloto, mas sabe quando algo não te cativa ao ponto de dar vontade de acompanhar? Tá assim... Bom, um colega jurou pra mim essa semana que The Vampire Diaries fica sensacional a partir do 6º episódio... quem sabe...
PAN AM
Já que Mad Men fechou o corpo e não para de ganhar Emmys, alguém decidiu tentar dar um basta nesse bullying que já tá enjotivo faz um tempo. Pan Am, da emissora ABC, tenta cair na disputa de séries "clássicas" ambientadas na década de 60, e mostra a época de glória da companhia aérea Pan Am, que foi a falência por causa da Crise do Petróleo de 1973.
A trama envolve assuntos como traição, espionagem, romance e ciúmes, tendo como base quatro mulheres que decidem largar tudo e se aventurar na vida de comissária de bordo numa época em que trabalhar ‘voando’ era sinônimo de riqueza e glamour. Com um dos empregos mais invejados de todos, elas são treinadas para lidar com tudo, desde sobrevivência na floresta até passageiros inconvenientes sem desarrumar um fio do cabelo ou amarrotar o uniforme. É muita pose!
O episódio piloto é bastante agradável, e pra mim foi a melhor estreia que vi até agora. Todas as quatro aeromoças são muito simpáticas, cada uma com história interessante. A produção toda está impecável e charmosa, dá vontade de ficar vendo só pelo capricho e afeto que tiveram. Desde a ambientação, trilha, até os figurinos. Os atores também fazem bem seus papéis, e não tem como não se apegar a algum deles.
Inicialmente a série não é bombástica, mas é light e gostosa de assistir, e foi uma dica do que está por vir no restante da temporada, fico ansioso! Pan Am conta com roteiro de Jack Orman (ER) e dirigido por Thomas Schlamme (The West Wing), e tem Christina Ricci no elenco.
No próximo episódio de Glee "3.03 - Asian F", será apresentada uma versão de Who Run The World (Girls), da Beyonce. Eu curto muito as músicas dela, mas DETESTO, ODEIO esse single! Parece um ponto de macumba de quinta, sabe, quando a entidade tá de saco cheio, quer subir, e fala "bate qualquer merda aí pra eu subir logo!".
E uma coisa legal em Glee é que de vez em quando (ou raramente) a série faz uns milagres, e cria versões mais legais que as músicas originais - e esse é o caso de Run The World. Achei que a batida teve coerência (não tenho mais aquela sensação de que falta algum instrumento no meio, que tudo virou uma bagunça), e ficou mais pop. Curti e resolvi compartilhar! Confira!
Tá vendo gente, não é pedir muito! Basta ter bom senso, entrar no clima da série, noção de bom gosto e pronto, eu paro de ser chato, PORRA! Olha como essas fotos de divulgação ficaram simples e legais, transmite o clima da série, e chama bem mais atenção do que photoshoots chatos que mais parecem catálogo de moda (né responsáveis pelas fotos promocionais de Private Practice!? - em outro post comento mais sobre isso). E o pôster sensacional!? Confesso que até me deu vontade de voltar a assistir (pois é, parei no 3º eppy da temporada passada).
The Walking Dead retorna 16 de outubro no canal americano AMC com treze episódios!
A cantora lançou o clipe de "Mr. Know It All", single do novo album, que na realidade é uma forma bem clara e direta de dizer "meukooh" para crítica que tentou colocá-la pra baixo após o bafão das 50 músicas inéditas da cantora que vazaram na internet.
Bom, Kelly parece que foi vítima da inveja alheia e não tem emplacado no sucesso desde seu segundo album "Breakaway" em 2004. Caiu na depressão, comprou baldes de frangos nos KFCs da vida com a fortuna que faturou com o single grudento "Because of You", ganhou uns quilos, fez a revoltada e tentou fazer a linha roqueira... mas nada adiantou.
Após alguns albuns sem sucesso, agora ela retorna com novo album chamado "Stronger", que estreia 24 de outubro. Desejo muita sorte pra cantora, ela merece pelo talento que tem, embora mal aproveitado as vezes pelas gravadoras. "Mr. Know It All" não chega a ser ruim (ó, eu curti), na realidade, ele anda pelo mediano, tem um refrão agradável, mas o poder comercial mesmo falta. Até o clipe que... enfim, chega, confira você mesmo!